sábado, 18 de abril de 2015

TRATAMENTO DE ESTRIAS COM PEELING 3D

Nesta cliente foram feitas 3 sessões. Ainda encontra-se em tratamento. Maiores informações: michellesanz@gmail.com

quinta-feira, 9 de abril de 2015

TRATAMENTO PARA ESTRIAS

Nesta foto foram feitas 2 sessões do tratamento de Estrias. Sucesso!!

domingo, 13 de outubro de 2013

Cirurgia Plástica Estética

REALIZO ATENDIMENTOS NO PÓS OPERATÓRIO DE ABDOMINOPLASTIA E LIPOASPIRAÇÃO E MAMOPLASTIA EM DOMICÍLIO! Fisioterapia no Pós Operatório de Lipoaspiração Na cirurgias de lipoaspiração em um período de 72 horas a 15 dias após a cirurgia, pode-se evidenciar uma significativa força tênsil no tecido aspirado. Neste momento o trabalho fisioterapêutico apresenta-se importante para prevenção de possíveis fibroses e/ou retrações. As manipulações devem ser precoces e gradativas, através de técnicas de desobstrução e drenagem linfática manual. A técnica de drenagem linfática manual vem sendo defendida para ser iniciada logo no primeiro dia pós-operatório. Essas manobras devem ser lentas, suaves e rítmicas, acompanhando a velocidade dos linfangions e a direção da circulação linfática.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Atuação a Fisioterapia em Gestantes

Os exercícios específicos elaborados pelo fisioterapeuta têm o objetivo de proporcionar uma gestação saudável promovendo a prevenção de doenças, a diminuição de dores nas costas (como a lombalgia), a melhora da aptidão física (com influência no controle de peso) proporcionando mais resistência, força, relaxamento, alongamento e boa postura; além de aumentar a capacidade respiratória (fisioterapia respiratória), e fortalecer o assoalho pélvico, contribuindo assim para o trabalho de parto. A gestante poderá se beneficiar também com drenagem linfática (massagem) com o objetivo de diminuição do inchaço e relaxamento.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Já ouviu falar em cones vaginais?

Podemos trabalhar com os cones vaginais para evitar a perda de urina. Fisioterapia para incontinência urinária. Dúvidas estou a disposição.

Tratamento fibrose pós lipoaspiração

Paciente da foto abaixo está em tratamento comigo. Foram realizadas 7 sessões e ela obteve uma melhora considerável na fibrose pós lipoaspiaração. Caso tenha alguma duvida me escreva: michellesanz@gmail.com

Fibrose pós operatória

Depois de o paciente realizar uma cirurgia de lipoaspiração para retirada de gordura em determinadas partes do corpo é possível que apareçam, no local lipoaspirado, algumas espécies de ondulações na pele que podem ser chamadas de fibroses. Esta mudança no aspecto da pele que pode ser caracterizada como uma cicatrização irregular pode acontecer por diversos motivos, porém, o mais comum é que a pele fique agredida em função de um pós-operatório mal sucedido. Muitas vezes os pacientes recém-operados levantam peso antes do permitido, comem alimentos muito gordurosos ou pesados, se levantam da cama bruscamente, não ficam em repouso o quanto deveriam ou não utilizam a cinta modeladora corretamente. Todos estes descuidos podem acarretar o aparecimento de fibroses. Além de recomendações não sendo seguidas corretamente após o procedimento cirúrgico da lipo, outros fatores podem contribuir para que fibroses marquem o corpo do paciente. Algumas vezes uma cirurgia mal feita – ou quando há excesso de gordura lipoaspirada – é capaz de desencadear o aparecimento destas. Lembrando que as fibroses podem aparecer no corpo do paciente mesmo que a cirurgia tenha sido realizada corretamente e todos os cuidados tenham sido tomados. E isso é normal. Mas para que o corpo não fique marcado posteriormente ou para que o quadro não se agrave é fundamental que a pessoa comece a frequentar, logo depois da cirurgia, clínicas de fisioterapia ou de estética para a realização de sessões de drenagem linfática manual combinada com outros aparelhos e técnicas, como ultrassom, endermologia. FONTE: http://lipoaspiracaobrasil.com.br/lipoaspiracao-fibrose/

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Incontinência Urinária de Esforço

O que é? A incontinência urinária de esforço (IUE) é definida como uma perda involuntária de urina que ocorre durante atos como tossir, espirrar ou durante o exercício, ou seja, em casos em que há aumento da pressão intra- -abdominal que reflete em um aumento da pressão dentro da bexiga. Quais os fatores de risco? O avanço da idade é um importante fator de risco, pois a incontinência acomete 5 a 20% da população, sendo que com o envelhecimento sua prevalência tende a aumentar, atingindo até 60% das mulheres após 60 anos. Outros fatores considerados de risco para IUE são: • Obesidade: o aumento de peso ocasiona um aumento da pressão dentro da bexiga favorecendo a perda de urina durante os esforços. • Menopausa: o hipoestrogenismo (falta do hormônio feminino estrogênio produzido pelos ovários) que ocorre nessa fase leva a uma atrofia do tecido urogenital diminuindo a continência (capacidade de armazenar urina e urinar voluntariamente). • Partos: a incontinência nesse caso pode ser provocada por danos diretos aos tecidos pélvicos musculares, conectivos e nervosos. Como se faz o diagnóstico? A avaliação da incontinência urinária se inicia pela anamnese, ou seja, pela história da paciente de perda de urina aos esforços como tossir e espirrar. No exame físico, examina-se a paciente com a bexiga confortavelmente cheia, na posição ginecológica. A partir de uma manobra chamada Valsalva, que aumenta a pressão na bexiga, pode-se ver a perda de urina. Quando há dúvida no diagnóstico, solicita-se um exame chamado estudo urodinâmico que avalia a função da bexiga e a competência da uretra, caracterizando a incontinência. Como se trata? O tratamento da incontinência urinária de esforço é eminentemente cirúrgico. Inicialmente pode ser tentado o tratamento fisioterápico, que possui menos efeitos colaterais. fonte: http://www.sempresaude.com.br/edicoes/pdf/269.pdf